A sétima versão do sistema operacional da Microsoft vem cheia de expectativa e curiosidades. O Windows 7, que terá seu lançamento na próxima quinta-feira (22), pretende ser uma atualização mais simples e focalizada para a linha, compatível a aplicações e hardwares diversos.
A empresa sempre apostou em nomes diferentes para seus produtos. Porém, desta vez, com o próprio objetivo de simplicidade, o sistema não inovou como nas versões Vista, XP e até mesmo as mais antigas, como o Windows 95. O numeral sete significa tão somente que é a sétima versão do software.
O programa promete ainda ter plena compatibilidade com drives e aplicações. A tática da companhia quebra o podrão dos OS anteriores: programas que funcionavam perfeitamente no Windows XP não tiveram uma grande eficiência no Vista, principalmente na época do lançamento do software.
Mesmo assim, para o gerente de produto da linha Vaio na Sony Brasil, Willen Puccinelli,o consumidor médio deve demorar a aderir ao produto. "A população ainda está acostumada aos sistemas operacionais antigos, o tempo de transição é grande", disse.
Recursos
A interface aprimorada, com barra de tarefas redesenhada, suporte para telas sensíveis ao toque (inclusive múltiplo) e mecanismo de busca interna refeito são alguns dos recursos que prometem atrair os consumidores. Mesmo apenas três anos depois do lançamento do último exemplar (Windows Vista), o presidente da Microsoft, Steve Ballmer, promete novidades e melhorias para o novo sistema operacional.
A ferramenta possui ainda um novo menu "Iniciar", comando de voz em inglês, suporte nativo ao Blu-Ray e ao finado HD-DVD (desde que o computador possua leitores específicos para cada formato), novos papéis de parede, temas e ícones, conceito de bibliotecas integrado ao Windows Explorer, UAC personalizável (central de infraestrutura de tecnologia e segurança), Windows Media Player 12, arquitetura modular e melhor desempenho.
Além disso, o sistema ainda conta com o Windows XP Mode – o internauta consegue virtualizar o XP em modo de compatibilidade para poder rodar programas antigos. No entanto, apenas algumas versões do Windows 7 terão acesso gratuito a essa ferramenta.
Contudo, o sistema operacional também removeu certos recursos. O miniplayer do Windows Media Player, o cliente de e-mail padrão e navegador de internet no menu Iniciar, a capacidade de desabilitar o agrupamento dos botões similares na barra de tarefas não são mais ferramentas que o usuário possui ao utilizar o novo software.
Preço
Segundo gerente de marketing e vendas da linha Vaio na Sony Brasil, Francisco Simon, para os computadores, o lançamento do sistema operacional deve favorecer o setor. “Este é um momento muito importante, vai alavancar o mercado tecnológico”, afirmou.
As seis versões do Windows 7 serão vendidas em breve, mas nem todas chegarão às lojas brasileiras. A Starter Edition (para netbooks) e a Enterprise (para corporações) não serão vendidas nas redes de informática e do varejo em geral.
A mais barata das versões é a Home Basic, que deve custar R$ 329. Essa versão é indicada para PCs com acesso à internet e recursos básicos. Já a edição Home Premium é indicada para todo o tipo de consumidor e será vendida por R$ 399.
A versão Professional traz recursos de conectividade e ferramentas de segurança e backup, custando R$ 629. A mais cara é a Ultimate, que sairá R$ 669, e engloba todos os recursos de todas as outras versões do sistema operacional.
De acordo com Willen Puccinelli, mesmo com preços altos para a compra do OS, os preços da linha de computadores que será lançada na mesma data do Windows 7 não devem ser abalados. "Os lançamentos da Sony não sofrerão mudanças no preço. Mesmo quando lançamos aparelhos junto ao Windows Vista e até o XP não houve alteração”, explicou.
Produtos
As grandes empresas de tecnologia do mundo aproveitaram o lançamento do sistema operacional da Microsoft para lançar computadores com o dispositivo. Para Simon, o sistema é leve e permite um bom desempenho a qualquer tipo de computador.
“Não há um micro exato para receber o novo sistema operacional, ele é leve para rodar em diversos PCs. Além disso, o Windows 7 tem uma experiência de uso melhor que a do Vista”, contou, afirmando que toda a linha Vaio - incluindo notebooks com Blu-ray - serão lançados com o novo sistema.
A partir da próxima quinta-feira (22) não só a Sony deve colocar novos aparelhos com o Windows 7, mas outras marcas já anunciaram novidades. A Positivo – marca brasileira de artigos de informática – é uma delas.
A empresa antecipou para este ano o lançamento de uma linha de computadores, em que 99% dos modelos das novas linhas já sairão de fábrica com o dispositivo. Entre os novos modelos estão o netbook Mobo, os laptops ultrafinos Platinum e Aureum e a linha Union, que tem a tela sensível ao toque.
Já a Sony promete novos modelos, mas ainda com segredo. De acordo com Willen Puccinelli, a série NW dos laptops da Vaio será renovada e chegará também com o sistema operacional da Microsoft. "A linha, que é para um público um pouco mais popular, deve chegar às lojas com preços que giram em torno de R$ 1.799", disse.
Fonte: e-Band
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Wi-Fi Direct pode ser o fim do Bluetooth?
A Wi-Fi Alliance anunciou uma nova especificação para redes sem fio que permitirá o uso de conexões peer-to-peer sem fios e sem a necessidade de um roteador ou de um hotspot por perto.
A nova especificação, batizada como Wi-Fi Direct, será finalizada em breve e a Wi-Fi Alliance espera certificar os primeiros aparelhos compatíveis com ela até a metade de 2010.
"O Wi-Fi Direct representa um novo passo para nossa indústria. Usuários de Wi-Fi no mundo todo se beneficiarão desta tecnologia para transferir e compartilhar aplicativos de forma fácil e rápida mesmo que não existam pontos de acesso Wi-Fi por perto", disse Edgar Figueroa, diretor executivo da Wi-Fi Alliance.
Em teoria, a tecnologia de rede sem fio peer-to-peer já existe. Além da conexão aos roteadores sem fio ou aos hotspots, muitos aparelhos são capazes de criar uma rede ad hoc - basicamente uma rede sem fio peer-to-peer entre dois aparelhos.
Redes sem fio ad hoc sempre foram mais complexas, complicadas e com velocidade máxima de apenas 11 mbps. Já o Wi-Fi Direct conectará os aparelhos com as velocidades suportadas pelo padrão Wi-Fi, que vão até 250 mbps.
Os aparelhos certificados para o Wi-Fi Direct também poderão transmitir sua disponibilidade e procurar por outros aparelhos Wi-Fi Direct por perto (mais ou menos como ocorre com o Bluetooth hoje).
Os aparelhos compatíveis com o Wi-Fi Direct poderão se conectar em pares ou em grupos! Com o Wi-Fi Direct, apenas UM dos aparelhos precisa ser certificado para o Wi-Fi Direct para que uma conexão peer-to-peer possa ser feita. Por exemplo, um telefone celular certificado para o Wi-Fi Direct pode estabelecer uma conexão com um notebook não certificado e permitir a transferência de arquivos entre ambos!
Outra vantagem do Wi-Fi Direct em relação ao Bluetooth é seu alcance. Enquanto o Bluetooth tem um alcance limitado, o Wi-Fi Direct pode ter alcance e velocidades muito maiores.
Fonte: Baboo
A nova especificação, batizada como Wi-Fi Direct, será finalizada em breve e a Wi-Fi Alliance espera certificar os primeiros aparelhos compatíveis com ela até a metade de 2010.
"O Wi-Fi Direct representa um novo passo para nossa indústria. Usuários de Wi-Fi no mundo todo se beneficiarão desta tecnologia para transferir e compartilhar aplicativos de forma fácil e rápida mesmo que não existam pontos de acesso Wi-Fi por perto", disse Edgar Figueroa, diretor executivo da Wi-Fi Alliance.
Em teoria, a tecnologia de rede sem fio peer-to-peer já existe. Além da conexão aos roteadores sem fio ou aos hotspots, muitos aparelhos são capazes de criar uma rede ad hoc - basicamente uma rede sem fio peer-to-peer entre dois aparelhos.
Redes sem fio ad hoc sempre foram mais complexas, complicadas e com velocidade máxima de apenas 11 mbps. Já o Wi-Fi Direct conectará os aparelhos com as velocidades suportadas pelo padrão Wi-Fi, que vão até 250 mbps.
Os aparelhos certificados para o Wi-Fi Direct também poderão transmitir sua disponibilidade e procurar por outros aparelhos Wi-Fi Direct por perto (mais ou menos como ocorre com o Bluetooth hoje).
Os aparelhos compatíveis com o Wi-Fi Direct poderão se conectar em pares ou em grupos! Com o Wi-Fi Direct, apenas UM dos aparelhos precisa ser certificado para o Wi-Fi Direct para que uma conexão peer-to-peer possa ser feita. Por exemplo, um telefone celular certificado para o Wi-Fi Direct pode estabelecer uma conexão com um notebook não certificado e permitir a transferência de arquivos entre ambos!
Outra vantagem do Wi-Fi Direct em relação ao Bluetooth é seu alcance. Enquanto o Bluetooth tem um alcance limitado, o Wi-Fi Direct pode ter alcance e velocidades muito maiores.
Fonte: Baboo
Google Editions: livros nas nuvens
Não mexam com o Google. Mesmo. Depois de dominar o mundo da procura na internet, o gigante anunciou, na Feira do livro de Frankfurt, que pretende lançar em 2010 a maior livraria digital do mundo, o Google Editions. A ideia é disponibilizar a leitores dos Estados Unidos e Europa acesso a cerca de meio milhão de títulos, incluindo best-sellers e clássicos.
Estrategicamente, a loja virtual será compatível com vários aparelhos – smartphones, computadores e ebook readers. Os leitores serão capazes de fazer o download dos textos diretamente do website do Google Books ou nos sites das editoras que estiverem trabalhando com o Google Editions. A estratégia do Google é vista no Guardian como um contra-ataque a Amazon, que já possui sua própria loja virtual de livros vendendo títulos para os usuários do Kindle e do iPhone.
Mas talvez a grande novidade do Google Editions, que chamou a atenção de sites como Read write web, esteja na não obrigatoriedade do usuário em ter um e-reader para poder ler os livros. Isso graças ao conceito de “cloud publishing”. Os livros serão publicados e armazenados na Internet, numa “nuvem” (servidores) de computadores. Quem os compra pode ler em qualquer lugar e em qualquer dispositivo conectado à internet (computadores, certas TVs, games…). O que se compra é o direito de acesso à nuvem e não um suporte específico.
O Google Editions prevê três modelos de negócios: o consumidor pode comprar um e-book via Google Books, em uma loja online parceira ou direto no site da editora. O pagamento será dividido entre a editora, o Google e a loja (quando houver).
Fonte: G1 Tecnologia, Imaster e O Livreiro
Estrategicamente, a loja virtual será compatível com vários aparelhos – smartphones, computadores e ebook readers. Os leitores serão capazes de fazer o download dos textos diretamente do website do Google Books ou nos sites das editoras que estiverem trabalhando com o Google Editions. A estratégia do Google é vista no Guardian como um contra-ataque a Amazon, que já possui sua própria loja virtual de livros vendendo títulos para os usuários do Kindle e do iPhone.
Mas talvez a grande novidade do Google Editions, que chamou a atenção de sites como Read write web, esteja na não obrigatoriedade do usuário em ter um e-reader para poder ler os livros. Isso graças ao conceito de “cloud publishing”. Os livros serão publicados e armazenados na Internet, numa “nuvem” (servidores) de computadores. Quem os compra pode ler em qualquer lugar e em qualquer dispositivo conectado à internet (computadores, certas TVs, games…). O que se compra é o direito de acesso à nuvem e não um suporte específico.
O Google Editions prevê três modelos de negócios: o consumidor pode comprar um e-book via Google Books, em uma loja online parceira ou direto no site da editora. O pagamento será dividido entre a editora, o Google e a loja (quando houver).
Fonte: G1 Tecnologia, Imaster e O Livreiro
Sem crise no comércio eletrônico
Se a situação financeira mundial preocupava diversos setores da economia desde o final de 2008, o mesmo também ocorria com o comércio eletrônico. Esta apreensão foi, porém, bastante amenizada com a ajuda do governo brasileiro, quando anunciou, por exemplo, redução de IPI para eletrodomésticos, fomentando as vendas.
Somente em compras realizadas pela internet, foram movimentados R$ 4,8 bilhões neste primeiro semestre, um aumento de 27% em relação ao mesmo período de 2008, de acordo com a 20ª edição do Webshoppers.
Outros fatores que motivaram este bom momento para o e-commerce foram a maior confiança e satisfação do consumidor com os serviços oferecidos pelas lojas virtuais. Atualmente, mais de 15 milhões de pessoas já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet. Em um mercado tão dinâmico e competitivo como este, as pessoas buscam e optam pelas melhores ofertas, condições de pagamento e nível de serviço.
Um ponto nesta movimentação que contribui para a crescente audiência é a inovação dos buscadores e comparadores de preço, que de maneira democrática alinham as ofertas de grandes e pequenos, possibilitando que o e-consumidor tome sempre a melhor decisão de compra.
Os internautas estão cada vez mais informados e orientados a fazerem uma compra com segurança e a implementação de novas ferramentas gerenciadoras de pagamentos online e de prevenção à fraude trouxeram uma segurança a mais tanto para clientes quanto lojistas, potencializando as oportunidades para lojas de pequeno e médio porte.
Este gerenciamento de risco em transações de compra não-presenciais, aliado à especialização de pequenas e médias empresas em um segmento específico, dividiu o foco dos consumidores mostrando uma tendência de descentralização no setor.
Segundo o levantamento da e-bit, as dez maiores empresas do varejo eletrônico perderam uma fatia de 2,3 pontos percentuais no mercado. Entretanto, o chamado “long tail”, que engloba as pequenas e médias, ganhou 1,6 pontos percentuais em participação no comparativo do 1° semestre de 2009 em relação ao 1° semestre do ano passado.
Veja a matéria na integra.
Fonte: HSM On Line
Somente em compras realizadas pela internet, foram movimentados R$ 4,8 bilhões neste primeiro semestre, um aumento de 27% em relação ao mesmo período de 2008, de acordo com a 20ª edição do Webshoppers.
Outros fatores que motivaram este bom momento para o e-commerce foram a maior confiança e satisfação do consumidor com os serviços oferecidos pelas lojas virtuais. Atualmente, mais de 15 milhões de pessoas já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet. Em um mercado tão dinâmico e competitivo como este, as pessoas buscam e optam pelas melhores ofertas, condições de pagamento e nível de serviço.
Um ponto nesta movimentação que contribui para a crescente audiência é a inovação dos buscadores e comparadores de preço, que de maneira democrática alinham as ofertas de grandes e pequenos, possibilitando que o e-consumidor tome sempre a melhor decisão de compra.
Os internautas estão cada vez mais informados e orientados a fazerem uma compra com segurança e a implementação de novas ferramentas gerenciadoras de pagamentos online e de prevenção à fraude trouxeram uma segurança a mais tanto para clientes quanto lojistas, potencializando as oportunidades para lojas de pequeno e médio porte.
Este gerenciamento de risco em transações de compra não-presenciais, aliado à especialização de pequenas e médias empresas em um segmento específico, dividiu o foco dos consumidores mostrando uma tendência de descentralização no setor.
Segundo o levantamento da e-bit, as dez maiores empresas do varejo eletrônico perderam uma fatia de 2,3 pontos percentuais no mercado. Entretanto, o chamado “long tail”, que engloba as pequenas e médias, ganhou 1,6 pontos percentuais em participação no comparativo do 1° semestre de 2009 em relação ao 1° semestre do ano passado.
Veja a matéria na integra.
Fonte: HSM On Line
23 minutos por dia
Em 2008, os trabalhadores brasileiros admitiam gastar 51 minutos por dia – o equivalente a 4,25 horas semanais – navegando em sites não relacionados ao trabalho durante o expediente. Este ano o número caiu para 23 minutos por dia, ou 1,91 horas semanais, o que representa uma redução de 54,90% sobre a média semanal apurada em 2008.
Os dados são do estudo Web@Work América Latina, realizado pela empresa Websense, especializada em segurança da informação. O objetivo do trabalho foi traçar o panorama atual das práticas corporativas de segurança e hábitos de navegação na Internet dos funcionários diversas empresas do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Peru e América Central. Para chegar aos resultados a Websense entrevistou 700 trabalhadores em empresas com, no mínimo, 250 funcionários. Foram realizadas 100 entrevistas em cada país, sendo 50 com funcionários e 50 com gerentes de TI.
O que eles procuram?
Os sites de notícias são os preferidos para leitura durante o expediente e representam 96% dos acessos entre os entrevistados. O segundo lugar ficou com as páginas governamentais, com 74%, e o terceiro com sites financeiros e Internet Banking, com 66%.
Os números mostram uma mudança no padrão de comportamento dos usuários. No ano anterior, os sites de Internet Banking ocupavam o primeiro lugar no ranking, seguidos pelas páginas governamentais e de notícias.
“À medida que o governo disponibiliza mais serviços online para a comunidade como alternativa para as filas, é natural que os cidadãos comecem a utilizá-los e a busca por eles aumente consideravelmente. Foi assim quando houve o boom do Internet Banking, que agora está estabilizado porque a maioria das pessoas consegue administrar suas finanças com menos acessos e gasta menos tempo conectados em cada um desses acessos”, explica Fernando Fontão, Gerente de Engenharia de Vendas para América Latina da Websense.
Outros dados que merecem destaque são os acessos aos sites de meteorologia (56%) e serviços de mensagens instantâneas (36%), bastante lembrados entre os participantes da pesquisa.
Percepção dos gerentes de TI
Em contraponto, quando perguntado aos gerentes de TI brasileiros quanto tempo eles acreditam que os funcionários gastam em média por semana explorando sites não relacionados ao trabalho, a resposta foi de 5,3 horas, uma diminuição de 8,6% em relação a 2008 (5,8 horas).
“Essa estatística mostra que ainda há um abismo entre a realidade da navegação e a percepção dos gerentes em relação a essa realidade. Isso mostra que somente a aplicação de tecnologia pode permitir um gerenciamento adequado, sob o risco de se bloquear demais ou de menos.”, acredita Fontão.
Os gerentes de TI brasileiros acreditam que 100% de seus funcionários acessam sites financeiros e de Internet Banking durante sua rotina de trabalho, seguido de sites de notícias (96%) e governamentais (92%). O acesso aos sites que prestam serviços de mapas (Apontador.com e GoogleEarth.com) surge como novidade na pesquisa e já ocupa a quarta colocação, na visão dos gerentes de TI (80%).
Veja a matéria na integra.
Fonte: HSM On Line
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