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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Apresentando o Microsoft 365


A Microsoft anunciou nesta semana, dia 10 de julho, durante a conferência Inspire, um novo pacote de assinatura que permite que empresas comprem serviços como Office e Windows de uma nova maneira. 


Serão 2 pacotes distintos:

O Microsoft 365 Enterprise, que inclui o Office 365 Enterprise, Windows 10 Enterprise e Enterprise Mobility + Security. Ele chega nas opções E3 e E5 e estará disponível para compra a partir de 1º de agosto, com os preços dependendo do plano escolhido pela empresa e será ideal para grandes corporações. 

O Microsoft 365 Business, que inclui o Office 365 Business Premium, Windows 10 e Enterprise Mobility + Security.  Ele chegará ao custo aproximado de 20 dólares mensais por usuário e é indicado para pequenas e médias empresas.

Com mais de 100 milhões de usuários ativos mensais comerciais do Office 365 e mais de 500 milhões de dispositivos do Windows 10 em uso, a Microsoft está em uma posição única para ajudar as empresas a capacitar seus funcionários, desbloqueando o crescimento e a inovação do negócio.

O Microsoft 365 impulsionará o crescimento, permitindo que nossos mais de 64.000 parceiros da nuvem diferenciem suas ofertas, simplifiquem seus processos de vendas e aumentem suas receitas.

Fonte: Blog Office

segunda-feira, 10 de julho de 2017

O que significa Compliance e qual a função em sua empresa?


Sua empresa tem a função de compliance incorporada? Se não, veja por que deveria e por onde começar.


Obediência estrita à CLT, adequação dos processos internos às normas técnicas recomendadas para certificação “ISO”, conformidade contábil segundo padrões internacionais, sintonia com obrigações fiscais, procedimentos em sinergia com marcos de responsabilidade ambiental….ufa! São dezenas as imposições regulatórias com as quais o empreendedor pode se preocupar. E basta uma pequena falha para que a empresa seja onerada com restrições legais, multas, punições judiciais, além, é claro, com a mácula em sua reputação (algo difícil de ser revertido). Foi para equilibrar todas essas variáveis que surgiu essa palavrinha em inglês que você entenderá melhor nas próximas linhas: compliance.

O que é compliance?

Comply, em inglês, significa “agir em sintonia com as regras”, o que já explica um pouquinho do termo. Compliance, em termos didáticos, significa estar absolutamente em linha com normas, controles internos e externos, além de todas as políticas e diretrizes estabelecidas para o seu negócio. É a atividade de assegurar que a empresa está cumprindo à risca todas as imposições dos órgãos de regulamentação, dentro de todos os padrões exigidos de seu segmento. E isso vale para as esferas trabalhista, fiscal, contábil, financeira, ambiental, jurídica, previdenciária, ética, etc.

Como alinhar a função de compliance aos valores e objetivos da organização?

No início da década de 90, quando o termo passou a ser adotado como princípio (sobretudo em instituições bancárias), compliance era apenas sinônimo de adequação jurídica. Com o tempo, percebeu-se que era impossível implementar procedimentos de conformidade sem conhecimento pleno dos processos internos, metodologias de trabalho utilizadas, políticas de estoques, estratégias de gestão de pessoas, técnica de melhoria contínua, harmonização contábil, etc. Assim, nos dias de hoje o conceito foi enriquecido com a abordagem sistêmica, do “chão” da fábrica à sala do presidente da empresa. Veja, meu caro, que estamos falando em algo bem mais extenso do que simplesmente “interpretar leis”.
UMA EMPRESA QUE DESEJA SE CONSOLIDAR NO MERCADO NO LONGO PRAZO DEVE ALINHAR SUA FUNÇÃO DE COMPLIANCE AOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS, MISSÃO E VISÃO DA COMPANHIA.
A crescente pressão externa pela adoção de padrões éticos, que gere valor a todos os seus stakeholders (os atores envolvidos na órbita da empresa, como fornecedores, atacadistas, varejistas, funcionários, etc.) deve impulsionar as organizações para a criação de programas preventivos e de monitoramento constante.
É através das ferramentas de compliance que uma empresa pode alcançar com maior solidez seus objetivos estratégicos. Não estamos, portanto, falando de conceitos conflitantes. Ao contrário, a sinergia da empresa com todas as normas, ditames de regulamentação e controles internos eficientes, representam maior qualidade na atividade empresarial (respeito às normas de qualidade), economia de recursos (evitando gastos com multas, punições e cobranças judiciais) e fortalecimento da marca no mercado (empresa séria e ética).

Quais são os objetivos, papéis e responsabilidades da função de compliance na organização?


sexta-feira, 7 de julho de 2017

Como as empresas saem na frente com uma boa estratégia em analytics


No mercado atual, com a urgência das organizações em se digitalizarem e inovarem suas operações, cada uma se encontra em uma etapa diferente quando falamos sobre maturidade analítica. E aquelas que já entenderam a necessidade desse processo, comprovadamente, se colocam à frente das demais.

Segundo o estudo “Data & Advanced Analytics: High Stakes, High Rewards”, divulgado neste ano pela Forbes em parceria com a consultoria EY, por exemplo, aproximadamente dois terços das companhias com estratégias em analytics bem estabelecidas operam com margem de crescimento de receita de 15% ou mais.

E em uma época na qual as barreiras para uma corporação trabalhar com grandes volumes de dados vêm sendo superadas, começamos a nos questionar quais são os principais investimentos que precisam ser feitos para que os negócios ganhem agilidade e se destaquem da concorrência.

Acredito que a primeira pergunta que as empresas devam fazer às suas equipes de Business Intelligence é: os dados que possuímos podem gerar a informação necessária para termos a oportunidade clara de elevarmos nossos negócios ao seu extremo?

Esse questionamento se torna essencial em uma época na qual acumulamos dados o tempo todo. Desde as atividades mais triviais do cotidiano ao desempenho de nosso trabalho dentro de uma companhia, estamos reunindo informações de nossas atividades, das pessoas com as quais interagimos e dos sites que acessamos. Tal acúmulo é fruto de diferentes sistemas, processos, dispositivos eletrônicos e até mesmo frotas de veículos, dados de localização de smartphones cruzados com o perfil do usuário em mídias sociais, entre outros. Informação essa que dê algum retorno válido, seja diminuindo custos ou aumentando receitas,ou até mesmo qualificando pessoas e/ou processos de maneira mais assertiva.

Sem dúvida alguma, o dado utilizável, valioso, fruto de análises e levantamentos por ferramentas mais estratégicas virou, talvez, o principal ativo das empresas e será o ponto de partida para investimentos com governança e qualificação, além de profissionais capazes de extrair valor e insights certeiros – já que não é mais novidade que uma das especializações mais valorizadas no atual mercado é a dos cientistas de dados.

E os exemplos desse cenário que aponto são variados. Companhias estão saindo na frente seja investindo em tecnologia ou até mesmo provendo serviços aos usuários comuns, em troca de dados que lhe possibilitem uma gestão mais eficiente de seus negócios.

Peguemos o mercado de transporte aéreo, por exemplo. Aeroportos do mundo inteiro compreenderam a demanda de passageiros em trânsito que não possuem acesso à internet – em especial pela mudança de território – e passaram a oferecer conexões Wi-Fi, a partir do login com uma conta em redes sociais. Uma vez fornecidos esses dados aos servidores, pode-se compreender como determinada pessoa se comporta, como consome, o que prefere. E, assim, obter informações valiosas sobre qual tipo de serviço e conteúdo direcionar a esse perfil de consumidor, quais lojas disponibilizar em seu espaço etc.

Outro exemplo que cito é o de um cliente do mercado de transportadoras. A empresa em questão investiu em um dispositivo que envia logs­ de frenagem e aceleração de seus caminhões, para que cruzem esses dados com a necessidade de manutenção das frotas. Com isso, passou a analisar como o veículo é conduzido e qual é o impacto que o desempenho dos motoristas provoca em sua preservação.

O que quero dizer é que, apesar de bons investimentos serem importantes para a organização e análise de dados nas empresas, estratégias para que os negócios façam o melhor uso dessas ferramentas é essencial para objetivos em longo prazo. E, com isso, fica a pergunta: o que sua companhia está fazendo nesse sentido hoje?

Fonte: Portal ERP

Entendendo melhor a implantação de um ERP


Conhecer a forma como os fabricantes de software ERP comercializam seus sistemas é de suma importância para qualquer empresa ou profissional que busca conhecimento sobre ERP.

Um projeto de aquisição de ERP contém, em sua grande maioria, as seguintes divisões:

1. Licença de Uso (LU) ou Cessão de Direito de Uso (CDU):

Para utilizar um software ERP é necessário que a empresa adquira as licenças de utilização ou, de uso. Esta licença permitirá que os usuários acessem o ERP.

Existem modalidades de vendas unitárias (por módulo, ou completa, esta ao ERP todo, independente do módulo) e também modalidades que permitem acesso ilimitado e a todos os módulos do ERP, utilizando como métrica o faturamento da empresa e sobre ele aplicando-se um fator (%).

Existem também outras formas de contratação, onde não é necessária a aquisição, e sim assinatura ou aluguel.

Na modalidade aluguel, não existe a aquisição da CDU e o valor cobrado gira em torno da fração de 24 a 36, sendo que neste cálculo, o valor mensal do aluguel em 24 a 36 meses chega-se ao preço da aquisição da Licença de Uso. Na modalidade aluguel alguns benefícios fiscais de amortização do bem patrimonial não são permitidos, pois não existe pela empresa a ativação do bem.

A assinatura de software ERP é uma modalidade de comercialização relativamente nova, muito aderente para ERP com estrutura via WEB (acesso pela internet) e com foco nas pequenas empresas.

2. Manutenção:

Para que a empresa continue a utilizar o ERP, as empresas de TI cobram uma taxa de manutenção, que representa geralmente algo em torno de 20% a 45% (anual) do valor da licença de uso adquirida.

Por exemplo; se a CDU tem o preço de $1.000,00 / aquisição, o valor de manutenção anual, será em torno de $ 200,00 a $ 450,00 por ano, em torno de $ 16,6 a $ 37,5 mensais.

A manutenção é um valor que deve estar contemplado no orçamento da empresa que optará por um software ERP.

3. Suporte:

Quando a empresa iniciar a utilização do ERP, seus funcionários necessitarão de apoio para dúvidas e aplicações de pacotes de melhoria/correção.

As empresas de TI (fabricantes de ERP) oferecem o serviço de suporte, que hoje pode ser via telefone, portal (internet) e outros meios de comunicação instantânea, tais como MSN, Skype e demais.

Ainda sobre o suporte, as empresas de TI também oferecem suporte diferenciado, algo num estilo mais “Premium” focando atendimento mais personalizado.

4. Evolução Tecnológica:

O software ERP é alvo de atualizações e inovações constantes, seja de melhoria de funcionalidades até de atualizações fiscais, necessárias após anúncio de novas regras tributárias determinadas pelos órgãos fiscais vigentes.

Com direito a Evolução Tecnológica, as empresa tem acesso a novas versões do sistema ERP sem nenhum desembolso financeiro adicional.

5. Instalação:

A Instalação é quando o sistema, de forma técnica é instalado, na sua forma padrão.

Esta instalação pode ocorrer nos servidores do cliente ou Datacenter especializado, neste caso temos a modalidade Saas, hoje mais conhecida como “Cloud Computing”.

6. Implantação:

A Implantação é calculada com base num escopo determinado no momento de análise de aderência e levantamento de informações.

Também chamado de arquitetura de soluções, onde é feito um estudo prévio, em muitos casos com um detalhamento mais superficial visando avaliar os pontos que o software ERP atende de forma padrão e os pontos que serão customizados.

O escopo de implantação envolve os departamentos e processos/regras de negócio que serão atendidos, variando de acordo com a necessidade.

De uma forma ampla, o levantamento do preço do projeto de implantação é feito com base no volume de horas estimado para a execução do projeto, multiplicado pelo valor da hora cobrado pela empresa fabricante de software ERP ou uma Consultoria especializada, geralmente este valor é um valor de mercado e entre as grandes empresas de TI ele fica aproximado.

No caso de empresa de TI com sistemas mais simples e implantações menores, os preços de valor hora praticados tendem a ser menores.

7. Gestão de Projetos:

As empresas de TI quando calculam a quantidade de horas estimadas numa implantação, calculam também as horas necessárias para a atividade de gestão de projetos.

Este profissional, gerente de projetos, é muito importante para que o projeto tenha sucesso e que o escopo seja atendido no prazo acordado e com a qualidade esperada.

Outro ponto importante na atividade de gestão de projetos é a documentação dos processos definidos e implantados, é de suma importância à empresa que visa implantar o software ERP, solicitar a empresa de TI fabricante de ERP ou Consultoria especializada, que já estime a quantidade de horas necessárias para a documentação e inclua no escopo, pois no futuro, esta informação catalogada será essencial para a empresa.

8. Translado:

No volume de horas estimado para a implantação, é prática de mercado calcular o número de visitas e com base nisto, adicionar a quantidade de horas que o profissional investirá para se deslocar até a empresa.

Por este motivo, visitas de meio-período tornam-se menos produtivas e mais caras na implantação, pois o translado será o mesmo.

9. Customização:

Tudo o que estiver fora do padrão do sistema de gestão empresarial (Software ERP), principalmente em regras de negócios e processos, será customizado para atender única e exclusivamente a demanda daquela empresa, neste caso esta necessidade para ser atendida terá um investimento adicional.

Quando a empresa for incluir alguma customização no projeto é importante incluir no escopo, o serviço de suporte a customização, pois depois de implantado o ERP, teremos atualizações quem envolverão o processo que foi customizado, possivelmente poderão acontecer problemas na conversão desta customização, com este serviço de suporte, estes problemas são minimizados e acompanhados pela empresa de TI que o customizou.

Fonte: Portal ERP

quinta-feira, 6 de julho de 2017

10 erros comuns na escolha de um ERP


A cada dia que passa, o uso de um ERP (Sistema de Gestão Empresarial, na sigla em inglês) tem se tornado imprescindível em organizações de diversos tamanhos e segmentos. Esse tipo de sistema é concebido para atender às demandas da maioria das áreas de uma empresa de maneira integrada, dando aos gestores do negócio importantes ferramentas para o controle de operações e planejamento. Além disso, é um investimento que, comprovadamente, gera grandes retornos a curto, médio e longo prazo.
Mas para que tudo isso seja verdadeiro na prática, o processo de escolha precisa ser muito bem delineado. Acredite, vários casos de insucesso na implementação de ERPs estão diretamente relacionados a escolhas malfeitas. Selecionei os 10 erros mais comuns que podem ser evitados, minimizando custos, frustrações e desgastes durante a implementação. São eles:


  1. Não definir previamente as necessidades e prioridades da empresa: Além de entender as necessidades, é preciso também identificar o real objetivo de implantar o novo sistema;
  2. Deixar de criar um grupo (comitê) com autonomia para tomar decisões: É primordial que esse comitê seja formado e, de preferência, composto por participantes das diversas áreas da empresa;
  3. Não envolver os principais usuários da empresa: Eles serão os responsáveis pela implementação desde o início do processo - da escolha do sistema até a produção;
  4. Ignorar uma avaliação técnica dos sistemas: É importante saber se eles estão seguindo as tendências e se empresas do mesmo ramo de atividade os utilizam, ou seja, se são aderentes ao seu negócio;
  5. Esquecer de comparar os sistemas levando em conta bases homogêneas: A comparação deve ser feita priorizando os processos mais importantes para a empresa e a integração com seus sistemas legados. Afinal, nem todos podem ser aderentes, mas a solução como um todo pode;
  6. Não ter em mãos uma lista de critérios de avaliação, previamente definida: Os critérios precisam atender às necessidades da empresa e ser validados pelo grupo envolvido na escolha;
  7. Desconhecer a capacidade e experiência de implementação dos parceiros disponíveis: É o mínimo para garantir o sucesso de um novo projeto ERP, além de avaliar comprometimento, metodologia utilizada e nível de conhecimento dos consultores que estarão envolvidos. Lembre-se também de validar se os cenários de implementação estão em conformidade com o alinhamento estratégico, o conhecimento dos processos de negócio e a verificação das necessidades funcionais;
  8. Desconsiderar a melhor infraestrutura para suportar o ERP, em termos tecnológicos e econômicos: Nunca deixe de ter em vista as tendências do mercado, como por exemplo, a Cloud Computing;
  9. Deixar escapar processos fundamentais da empresa que não estejam integrados: Tenha sempre uma visão global! Um único processo fora do escopo pode pôr a perder toda implementação do ERP;
  10. Não avaliar todas as variáveis financeiras: Preveja no mínimo três anos de vida, tais como:
  • Infraestrutura inicial e seu crescimento
  • Valor de compra ou locação de licenças do ERP
  • Custos de implementação
  • Custos de integração com seu legado
  • Custos de manutenção
  • Custos de acompanhamento pós-implementação


Além de evitar esses 10 erros, é básico que todas as áreas afetadas estejam envolvidas e, se possível, que todos os atores responsáveis por essas áreas estejam cientes dos impactos e mudanças com o novo sistema. É muito importante lembrar que o processo de implementação de um ERP em uma empresa traz consigo uma grande carga de mudanças, que devem ser geridas com muito cuidado para evitar o insucesso da implementação e da operação.

Fonte: Baguete Jornalismo Digital